Apresentações das experiências de estágio em Paulistana gera discussões sobre a afetividade e feminização na profissão do pedagogo

2017-06-22 12.59.26A socialização do estágio supervisionado que aconteceu em Paulistana, dia 10 de junho, reuniu professores cursistas da turma de Pedagogia, de segunda licenciatura do PARFOR,  no Auditório do Campus da UESPI do município, para as apresentações dos relatos vivenciados no estágio supervisionado. O momento oportunizou discussões sobre a prática pedagógica, a educação nas séries iniciais, a afetividade e a feminização da profissão do pedagogo.

Participaram da mesa avaliadora Noelia Nobre Vieira Batista, coordenadora local do PARFOR do município; Rosa Maria, professora supervisora da UESPI; Prof. Esp. Wanderson Gomes Paz, coordenador do curso de Ciências Sociais do PARFOR e representante da coordenação geral.

Os cursistas de pedagogia relataram suas experiências obtidas no estágio supervisionado em uma mesa-redonda. “Foi um momento muito rico de partilha de informações. As apresentações se deram de forma que cada um relatasse suas vivências, trazendo suas compreensões de como a profissão de docente e o processo de identidade se constrói e reconstrói”, relata a professora Noelia Batista.

O debate propiciou colocar ainda em discussão temáticas necessárias para o entendimento da profissão, como a afetividade na relação professor – aluno, a escola como ambiente de acolhida e aprendizagens significativas,  bem como a parceria do professor titular com o estagiário para a eficácia no processo de formação do docente.

 

De acordo com Wanderson Gomes Paz, a turma é composta por professores com mais de 20 anos de experiência em sala de aula e o estágio supervisionado apresentou-se como uma oportunidade para a reflexão. “Os professores presentes disseram que questionavam a necessidade do estágio antes da disciplina. E o relato que ouvimos é que após a prática  passaram a possuir um instrumento para se fazer  uma análise mais contundente e profissional de como deve ser a organização e a atuação em sala de aula. Era como se elas fizessem tudo de forma empírica e a gora de forma científica”,  disse o coordenador.

 

 

 

Por Elaine de Moura

Assessoria de Comunicação PARFOR/UESPI

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